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O futuro do crédito de carbono.

A Câmara dos Deputados aprovou, em 4 de novembro do ano passado, o regime de urgência para a votação do projeto que cria o mercado de compra e venda de carbono no país. Apresentado pelo Deputado Marcelo Ramos (PL-AM) e relatado pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP), o texto cria o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE). Diante da resistência do Ministério do Meio Ambiente e do Banco Central, o regime de urgência restou paralisado.

Diante de tal cenário, surgem reclamações sobre preços elevados, por conta de especulações, bem como dúvidas sobre o formato do mercado de crédito de carbono. Este seria um dos motivos do atraso no cumprimento de metas do programa do governo federal Renovabio, definhada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O não cumprimento de tais metas ensejará a aplicação de multa às empresas do setor.

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